As 6 empresas que mais maltratam animais no mundo

Atenção defensores dos bichinhos: a equipe latino-americana da PETA, organização internacional de defesa aos direitos dos animais, divulgou a lista com as seis empresas que mais maltratam os bichos em todo o mundo.

Segundo a ONG, elas vestem pele de cordeiro, mas são o pesadelo de qualquer animal e devem ser colocadas na lista dos “proibidos” de todos os consumidores que gostam, minimamente, de bichos. Confira, a seguir, quais são essas companhias!

A Air France realiza o transporte de animais que serão usados em testes de laboratório. A procedência não importa: a companhia embarca tanto bichos criados em cativeiro quanto animais capturados na natureza. Macacos são os “passageiros” mais comuns.

Segundo a PETA, todas as empresas que fornecem frango à rede de fast food usam métodos arcaicos para matar as aves. Elas são penduradas de cabeça para baixo, na maioria das vezes ainda conscientes, e degoladas com navalhas.

Achou cruel? Pois ainda tem mais: algumas aves conseguem se esquivar do degolamento e são encaminhdas vivas para a próxima etapa do processo: banho de água fervendo para depenação.

A Pet Smart, rede de pet shops só atua nos EUA e Canadá vende  animais de pequeno porte por preços baixíssimos. Para conseguir dar grandes descontos aos clientes, a PetSmart compra lotes de hamsters, porquinhos da índia, chinchilas e outros bichos de pequeno porte.

São milhares de animais adquiridos de uma só vez pela companhia e amontoados em casas localizadas atrás das lojas.

Esta é polêmica: a empresa de cosméticos diz estar afastada de práticas de crueldade animal há mais de 20 anos, mas a PETA bate o pé e afirma que a Revlon está enganando os consumidores.

É que a companhia vende seus produtos na China e, por lá, todos os produtos cosméticos que são importados precisam ser submetidos a testes cruéis com animais antes de serem oferecidos aos consumidores.

Circos e animais são uma combinação considerada cada vez mais over por aqueles que têm amor aos bichinhos, mas a companhia Ringling Bros, que realiza apresentações nos EUA, insiste em colocar bichos nos seus shows.

E o pior: trata-os com muita crueldade. As práticas cruéis já renderam a maior multa da história dos circos para o Ringling Bros, em 2011: foram US$ 270 mil. Mas a empresa parece não ter aprendido a lição.

Os animais usados nos shows do SeaWorld para divertir o público são capturados na natureza ainda bebês ou já nascem em cativeiro e estão fadados para sempre a viver em tanques de concreto. O que tem de divertido nisso, afinal?